Sustentabilidade

Está em voga agora a banalização da palavra sustentabilidade, é a moda do momento, é bem útil pra vender mais e mais caro produtos que não estão assim tão ligados à esse tema tão fundamental para que nossa permanência na Terra não passe a ser insustentável.

A Conferência Internacional de Durban prova que sistematicamente o tema do desenvolvimento sustentável é balela.

Tantos avanços haviam sido alcançados com o vencido Tratado de Quioto, e agora de bom temos a Inclusão dos EUA, e o compromisso da China, mas em compensação negativa as metas não são o bastante, todos esses anos de pesquisa apontam que as emissões de gases relacionados ao efeito estufa deveria ter um determinado volume para que até 2100 não estejamos com 2 graus célsius a mais na média climática e vivendo cenários dantescos de filmes holywoodianos, o relatório era a meta da Conferência sobre o Clima, mas nossos representantes mundiais resolveram negociar as metas.

Negociar com a natureza? Exatamente! Descabido não!? Se você não negocia com as Leis da Física como a Gravidade, não está apto a negociar com a natureza como um todo! Agora as próximas revisões neste pacto “meia-boca” só em 2015 para valer a partir de 2020. Os especialistas já chamam este intervalo de “a década perdida para o clima”

A Revista Época de 19 de Dezembro de 2011 publicou interessante matéria sobre os “Semeadores da Amazônia” sobre projetos e pessoas a frente de projetos que visam conscientizar os produtores rurais com a questão ambiental e estancar a continuidade dos desmatamentos. Mas tudo parece tão pequeno perto das grandes decisões mundiais, tomadas por pessoas comprometidas com a geração de capital e não com a perpetuação de sua própria espécie.

Contra toda essa tendência de banalização, e capitalização das questões ambientais, destaco duas iniciativas com as quais entrei em contato essa semana:

  • Já a segunda é referente à algumas construções revolucionárias no tocante à questão energética e ambiental, vale a pena ver o que grandes construtoras estão inventando, e certamente agregando valor à seus empreendimentos, provando que a real sustentabilidade e o capital podem andar juntos, mesmo com comprometimento real com as questões do meio ambiente.
    http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/12/19/5-monumentos-sustentaveis-do-futuro/

Fica a dica para quem quer ganhar dinheiro com as questões ambientais e ao mesmo tempo ser comprometido com essa causa. Mas a principal dica é a de pensar melhor em que tipo de representante político estamos elegendo, pois com o clima não podemos dar jeitinho e negociar. Ou viabilizamos um mundo melhor, o nosso exponencial crescimento populacional vai afogar o planeta.

Reblogado em: Semeador de Letras

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