Bolsa de valores no final de novembro 2014

Desde que comecei minha experiência no Folhainvest a bolsa de valores caiu 20%, mas atualmente minha performance é positiva em 2% ou seja, mesmo sem experiência, sem treinamento e sem um coaching estou conseguindo não perder “dinheiro” com a minha tese de apostar em empresas como a WEG, BRF foods, Bradesco, Itaú, Cielo, que não dependem tanto dos movimentos do governo em montante que compensa a queda da Vale, Copel e Petrobrás as quais reduzi significativamente a participação na minha carteira (de 30% para quase 10%) após anúncio de prejuízos e de novos casos de corrupção que inviabilizam minha aposta de que após as eleições essas ações tornariam a se valorizar até o final do ano independentemente da vitória de Dilma ou Aécio, especialmente após o realinhamento de preços dos combustíveis no mercado interno.
 
Por outro lado recentemente preví com sucesso a valorização das ações do Bradesco aos patamares de agosto (2014) pico da bolsa no ano, baseado na minha expectativa de lucro record da empresa contra a expectativa baixa dos acionistas depois da divulgação de prejuízo em uma operação (que se mostrou insignificante perto do bolo todo) e na frenesi causada pela possibilidade da indicação pela presidente Dilma, do presidente da empresa  ao Ministério da Fazenda ou Banco Central.
 
Pouco antes também acertei ao comprar Embraer em baixa e aproveitar a alta depois da divulgação da venda dos caças de treinamento Tucano para os EUA, movimento estratégico, pois sabia que o acordo estava por ser fechado a partir da atenção em algumas publicações de baixa repercussão (ou quase nula) nos últimos tempos.
 

Agora minhas novas apostas são:

– Totvs e Gafisa são empresas que eu tinha baixa participação e com prejuízo, recentemente as reforcei na baixa e já estão dando lucro, acredito serem boas ações nesse fim de ano. Também não dependem de movimentos do governo para seus resultados, então estão a salvo de grandes variações.
 

Meus movimentos serão:

– Vender grande parte das ações do Bradesco com o aparente esfriamendo da possibilidade de indicação do presidente da empresa ao Ministério da Fazenda e fazer dinheiro, pois elas ainda estão valorizadas. Ficar com a outra parte na mão para aproveitar a provável valorização de fim de ano da empresa com indícios de que novamente apresentará lucro record.
– Vender parte das ações da Cielo que exatamente como eu imaginei, iria se valorizar até o final do ano como resultado de bons números de mercado (percebi mais cartões e maquininhas de cartões Cielo nos estabelecimentos comerciais na metade do ano), mas não acredito que se valorizará muito mais do que o patamar que está agora.
– Vender parte das ações da Embraer pois a empolgação com os novos negócios da empresa tende a esfriar em dezembro e as ações devem cair. Devem voltar a subir ano que vem com a divulgação da operação em conjunto com a Saab para fabricação dos caças suecos Gripen no Brasil, então no período de queda valerá a pena recomprar tais ações.
– Reduzir pra 5% a participação de Vale, Petrobrás e Copel até o fim do ano.
– WEG, AMBEV, BRF foods, Klabin, Itaú devem continuar valorizadas até o fim do ano e garantir um desempenho melhor na minha carteira. Somado ao resultado com as ações residuais do Bradesco, Cielo e Embraer. E valorização das apostas.
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