“Greve geral” fake no Brasil

No dia 28 de abril de 2017, sexta feira, a um final de semana do feriado do dia internacional do trabalho, tradicional dia de manifestações trabalhistas, foi convocada uma greve geral no Brasil.

As lideranças eram a CUT, a UNE, o PT, o PCdoB, o PSOL, o PSTU, o MTST, e o MST. Entidades que nesse momento estão a margem da representatividade política. Era de se esperar que não houvesse grande adesão ao movimento.

O que aconteceu

Logo de manhã o que se viu nas maiores cidades do Brasil, foram “gatos pingados” fechando por pouco tempo algumas vias de acesso, só o suficiente para atrasar o trabalhador que em geral compareceu em peso aos postos de trabalho.

Aqui em Curitiba, de manhã fui a dois bancos, correios, posto de gasolina, restaurante, rodei mais de 100km e não vi um único estabelecimento fechado ou manifestação de greve. A rádio avisou que algumas escolas e os ônibus de transporte coletivo pararam.

Os sites de notícias mostraram que houveram vândalos atacando bancos e quebrando estruturas públicas em São Paulo. Obviamente foram dispersados pela polícia como deve ser quando qualquer pessoa pratica tais atos de vandalismo.

Manifestação legítima?

Existe diferença entre PROTESTO e GREVE, enquanto o protesto é uma manifestação pública, normalmente de viés político (pode ser abaixo assinado, flashmob, passeata, comício, ato de desobediência civil, e pode ser até no domingo) uma greve é um ato contra a economia, visando atingir o empregador/contratante da mão de obra.

Se o objetivo é político e você usa protesto, tudo bem. Mas, se usa greve, você está atentando ou sabotando a economia, visando prejudicar fluxos operacionais, reduzindo o ganho, e a capacidade de contratação, tendo como objetivo final criar em algum ponto um colapso, com ainda mais pessoas desempregadas, alijadas por completo dos direitos trabalhistas já que não tem trabalho. Conforme claras instruções de lideranças da antiga e canalha Internacional Comunista.

Antes de escolher as armas, escolha o inimigo, escolha se tu queres prejudicar as empresas que ganham margem de lucro ou estão no vermelho se endividando para manter a atividade com os postos de trabalho que der, ou se seu inimigo é o Estado gerido por políticos inescrupulosos, que além de ficar com substancial parte das mais-valia do seu trabalho mediante tributação da atividade empresarial, cobra mais 20% de mais-valia artificial sobre seu salário, desconta parte do seu salário em IR e INSS, e tira na média 1/3 do que você consome na forma de tributos embutidos.

Quem está te explorando mesmo?

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